quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Sopa de cogumelos

Faz tempo que eu estava com vontade de topar essa sopa. O cheirinho dela é tão gostoso que enquanto os cogumelos estavam cozinhando eu já estava babando.


Mas nem sempre foi assim. Primeiro deixa eu contar a minha história de amor com os cogumelos.

Quando eu era pequena, eu não suportava a ideia de comer cogumelos. Eu tinha horror! Eu morava numa casa com um jardim enorme, cheio de plantas. E em certas épocas do ano, bastava um dia de chuva para que o jardim amanhecesse cheio de cogumelos. Não comestíveis, é claro!
Eu ficava impressionada com o tamanho deles...tinha cogumelo de mais de 10 cm que nascia de um dia pro outro! Como é que pode tanta agilidade? As plantas demoram semanas para ficar o mesmo tamanho, e o danado do cogumelo crescia em uma noite. Eu, que gostava de passar o tempo andando pelo jardim, observando as plantas, ficava indignada com os cogumelos. Eu pisava neles, amassava, esmagava, dobrava, quebrava...pintava miséria. Mas no outro dia, se chovesse de novo, eles estavam lá, firmes e fortes, com mais de 10 cm, prontos para me enfrentar.
Um belo dia, a gente se mudou para um apartamento, nada de jardim, nada de cogumelos.
Mas eu continuava implicando com os cogumelos usados nas comidas. Não gostava da textura, meio mole, meio borrachuda.
Estrogonofe de carne, se tivesse cogumelo, eu não comia. Na verdade no estrogonofe é difícil de catar e separar o cogumelo da carne, pois ele esta camuflado com o molho.
Qualquer prato que tivesse cogumelos, eu rejeitava, se não desse pra catá-los.
Até que um belo dia eu vim morar na França. Com seus cogumelos de Paris. E cèpes, e pleurottes, e girolles, e morilles, e trompette de la mort e etc. Não tive como escapar. Eles usam muitos cogumelos na culinária. Muitos são mesmo estrelas principais de certos pratos.
Lembro que um dos primeiros dias, comi, sem saber, lógico, cogumelos no restaurante universitário. Não gostei da textura, mas não desconfiei logo de cara que tinha cogumelos. Passou um tempo até eu perceber que naquela receita, eles sempre usavam.
Depois comecei a ver que eles colocam cogumelos nas pizzas. E acho que foi a partir dai que eu comecei a comer. Na pizza, disfarçado por baixo de um pedaço de presunto.
E depois nos crepes. Adoro crepes! Não me importava se tinha cogumelo no meio. Comecei a comer.
E depois, provei sopa de cogumelos. E essa sopa realmente mudou minha visão das coisas. Na primeira vez que eu tomei, primeiro foi só uma colherada. Depois comi tanto que repeti!
A sopa é um caldo meio ralo, marrom, com um cheiro delicioso. Não leva muita coisa, não. Basta alguns cogumelos de Paris. Um um pouco de batata, ou abobrinha, ou jerimum, ou mesmo farinha de trigo, para dar consistência. E cebola e alho para temperar. E geralmente leva creme de leite para dar uma textura mais aveludada.
Simples e delicioso!

Aqui agora no outono é a época dos cogumelos. Eles estão em todos os lugares. Eles são de todos os tipos. E quando a gente vê um produto bonito, a gente lembra das receitas, a memória olfativa aflora e a gente não sossega enquanto não comer aquilo que a gente tem vontade. Falo por mim, né?
Pois bem...a sopa de cogumelos não demorou a ser feita. Fiz uma compilação de algumas receitas encontradas na internet, e voilà minha sopa de cogumelos.

Para umas 5 porções:

500g de cogumelos de paris
2 ou 3 batatas cortadas em pedaços grandes
1 cebola
2 dentes de alho
azeite
1L de leite
2 cubos de caldo de galinha
Sal e pimenta do reino a gosto

Limpar e cortar os cogumelos em pedaços grandes.


Separar mais ou menos 1/3 deles, cortar em pedacinhos pequenos. Cortar a metade da cebola em pedaços grandes, a outra metade em pedaços pequenos. Refogar o alho picado no azeite até dourar. Juntar a cebola e deixar dourar. Juntar os cogumelos e deixar até reduzir um pouco. Se não quiser que eles fiquem escuros, juntar um pouco (bem pouquinho) de suco de limão. Reservar.


Na mesma panela, junte o resto dos ingredientes, batata, cebola, cogumelos, leite e cubos de caldo de galinha. Levar ao fogo alto mas não deixar ferver, senão o leite espuma e transborda. Quando estiver quase fervendo, baixar o fogo e deixar cozinhar assim uns 30 minutos, até que as batatas estejam bem macias.


Passar tudo no liquidificador ou no mixer. Juntar os cogumelos reservados, acertar o sal e a pimenta e servir quente. Eu não quis usar creme de leite, então cozinhei tudo direito no leite. Ficou uma perdição!

Pronto! Matei minha vontade de tomar sopa de cogumelos!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A melhor salada do mundo

Para mim, a melhor salada do mundo para mim é essa:

Rúcula com tomatinhos cereja

Torradas de queijo de cabra com azeite perfumado ao alho
Orégano e tomilho

Simples assim!



terça-feira, 18 de outubro de 2011

Polpetone recheado com feta e polenta de forno

Nos dias mais frios, a gente tem vontade de comer algo mais encorpado, né? Algo que aqueça o corpo e que dê as calorias necessárias para suportar as baixas temperaturas.
Já faz um tempo que eu estava com vontade de fazer polpetone, um tipo de hambúrguer recheado. A ideia veio quando eu fui comer um super hambúrguer no Pin-Up, no Pina (Recife), há quase 1 ano atrás. O sanduíche veio com um hambúrguer gigante recheado com um queijo (não me lembro qual), com um molho também não me lembro do quê. Delicioso! Deu pra notar que o resto dos ingredientes eram meros coadjuvantes perto da carne.
Pois então juntando o útil ao agradável, resolvi fazer o danado do polpetone. Escolhi queijo feta para o recheio, um queijo com gosto forte (de ovelha) e que não derrete.


Para 6 polpetones médios
350g de carne moída com pouca gordura
1 ovo
farelo de 1 pão = 50g de farelo de pão ou farinha de rosca
1 cebola processada (em pedaços bem pequenos, quase uma pasta)
temperos: sal, pimenta do reino, paprica, tomilho
100g de queijo feta em cubinhos para o recheio

Numa tigela, colocar todos os ingredientes do polpetone, temperar a gosto. Misturar tudo com as mãos até dar a liga. A massa vai ficar com uma consistência boa para fazer bolinhas, como almôndegas.
Cobrir uma forminha redonda (eu usei uma forma de mini-torta) com papel filme. Cobrir o fundo da forminha com um pouco de massa de carne, apertando bem. Colocar alguns cubos de queijo, cobrir bem com mais massa de carne. Quando a forminha estiver cheia, cobrir com outro pedaço de papel filme e apertar bem para compactar o polpetone. Retirar com cuidado da forminha e o polpetone estará embalado entre dois pedaços de papel filme. Deixar no congelador por 1h pelo menos, para que o polpetone mantenha a sua forma. Assar numa grelha com um fio de azeite, tendo cuidado para não apertar muito.

Molho de tomate

Confesso que eu gostei muito do molho de tomate que eu fiz da ultima vez, usando um pouco de vinho tinto. Desta vez, para acompanhar o polpetone, eu quis repetir a dose, dessa vez usando uns pedacinhos de bacon ao invés do chorizo.

Para o molho:
200g de bacon bem picadinho
2 dentes de alho amassados
1 cebola picadinha
2 tomates bem maduros picadinhos
1 lata de tomates pelados
1 xícara de chá de vinho tinto
1 colher de chá de açúcar
1 pitada de sal

Fritar o bacon sem acrescentar gordura numa panela grande. Quando ele tiver soltado a sua própria gordura, juntar o alho e a cebola. Refogar uns 10 minutos ou até dourar a cebola. Juntar os tomates picadinhos. Quando eles começarem a soltar um pouco de água, juntar o vinho e a lata de tomates pelados com todo o suco. Juntar o açúcar e o sal e deixar reduzir em fogo baixo mais 10 minutos.
Como o molho fica cheio de pedaços, ele é ótimo para servir com massas. Mas como eu queria para acompanhar os polpetones, eu preferi passar no mixer (ou no liquidificador) para um molho mais liso e bonito.

Para acompanhar, servi o polpetone com uma polenta de forno. Lá vai a receita.

1 xícara de farinha de milho (usei flocão, de cuscuz)
3 xícaras de água fria
1 cubo de caldo de galinha
Queijo parmesão ralado e farinha de rosca o quanto baste

Misturar todos os ingredientes numa panela e levar ao fogo mexendo bem. Quando começar a ferver, baixar o fogo e continuar mexendo por uns 10 minutos. A massa vai engrossar e ficar mais lisa. Colocar num refratário untado com azeite e levar a geladeira até endurecer (eu deixei 1 dia). Cortar em palitos, ou outras formas, passar no queijo ralado misturado com farinha de rosca e arrumar numa assadeira forrada com papel manteiga. Polvilhar os pedaços de polenta na assadeira com um pouco mais da mistura de queijo e farinha de rosca e levar ao forno alto (220°) para dourar.


Essa polenta assada no forno é uma perdição! Com esse molhinho de tomate, então...
Só mais um detalhe sobre a polenta. A proporção de água (3 para 1 de farinha de milho) foi exata. Mas acho se a polenta ficar mais consistente, quando ela assar, ela vai ficar mais durinha sem se quebrar com facilidade. A testar!

Bom apetite!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Batata gratinada com brócolis

Hoje o frio apareceu! E nada melhor pro frio que um prato quentinho e saudável. E aproveitando os ingredientes da geladeira, fiz esse gratinado de batatas e brócolis.


Ingredientes para 3-4 porções

6 batatas grandes
1 ramo pequeno de brócolis - somente as flores
1 colher de sopa cheia de manteiga
1 colher de sopa cheia de trigo
300mL de leite
uma pitada de noz-moscada
sal e pimenta do reino a gosto
queijo para gratinar, usei parmesão e emmental (pode-se usar mussarela)
orégano a gosto

Cortar as batatas em rodelas não muito finas para que não se quebrem e cozinhar em bastante água com um pouco de sal (fiz com casca mesmo, e ficou ótimo). Cortar o brócolis, separando as flores dos talos, que podem ser usados em outra receita (na sopa, por exemplo). Branquear as flores de brócolis: cozinhar água com uma pitada de sal por 4 minutos, escorrer e colocar imediatamente na água gelada.
Para a montagem: Untar um pirex (grande ou uns 4 individuais) com manteiga. Arrumar as rodelas de batata, formando duas camadas. Colocar as flores de brócolis por cima.
Preparar o molho béchamel, levando ao fogo a manteiga até derreter. Juntar o trigo e mexer até que a misture fica dourada. Juntar o leite de uma só vez, mexendo com um fouet até que fique homogêneo. Juntar sal, pimenta do reino e noz-moscada. Verificar a consistência e acrescentar mais leite ou trigo se necessário.
Colocar o molho sobre a montagem de batatas e brócolis. Polvilhar o queijo e orégano por cima.
Levar ao forno para gratinar.


Ótimo acompanhamento para o franguinho grelhado, ou a carne assada....

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Tarte Tatin

Um belo dia meu chefe chega no trabalho com um saco enorme de maçãs do seu pomar e sai distribuindo com todo mundo...
Uma grande oportunidade para testar esse clássico da cozinha francesa, a tarte tatin. Para quem não conhece, é uma torta de maçã invertida. Na hora de preparar, começa-se pelas maçãs carameladas e só então coloca-se a massa por cima. E leva-se ao forno.
A lenda conta as irmãs Tatin a inventaram meio por acaso. Uma versão da historia conta que a torta ia ser servida, quando a forma caiu com a massa para baixo, e uma delas teve a ideia servir assim mesmo. Outra versão conta que a torta na verdade queimou. Assim, uma das irmãs decidiu de guardar as maçãs carameladas e de colocar uma massa por cima e de levar de novo ao forno, para que elas não queimassem ainda mais. Independente da verdadeira historia, a tarte tatin se tornou um grande sucesso!

O fato é que a torta é uma delicia! Ainda mais com uma bola de sorvete de baunilha, que derrete sobre a torta ainda quentinha... hum!!

O sorvete fica para outro momento, aproveito aqui e mostra a minha nova receita! Essa é a cara da torta depois de virada!


Para fazer uma torta igualzinha a essa você vai precisar de:
-1 massa básica para tortas - sablée
-8 maçãs
-Suco de 1 limão
-1/2 xícara de açúcar
-1/4 xícara de água
-1 colher de chá de manteiga
-canela em pó, noz-moscada e cravo moído

Começar cortando as maçãs em 4 pedaços e colocando numa bacia grande com o suco de limão e água suficiente para cobrir as maçãs. Descascar e tirar as sementes das maçãs, e colocá-las na bacia com água e suco de limão.
Quando todas as maçãs estiverem cortadas e descascadas, arrume-as no fundo de uma forma que vá ao forno. Quando o fundo estiver forrado, picar o resto das maçãs em pedaços pequenos e espalhar por cima dos pedaços maiores.
Preparar a calda, levando ao fogo a manteiga, o açúcar e a água junto com a canela, noz-moscada e cravo a gosto. Deixar formar um caramelo dourado, retirar do fogo depois de 5 minutos.
Despejar a calda sobre as maçãs e cobrir com a massa previamente esticada de um tamanho maior que a forma, para que sobrem bordas de uns 2cm. Encaixar a massa nas laterais da forma e dobrar a borda. Fazer um corte no centro da massa para deixar o vapor sair. Levar a torta para assar uns 40 minutos em forno preaquecido. A torta estará pronta quando a massa estiver ligeiramente dourada por cima.
Deixar esfriar uns 10 minutos antes de virar a torta num prato. Servir morna.
Dizem que não se deve deixá-la esfriar totalmente para virar, pois o caramelo pode grudar no fundo e a torta se desmanchar toda. Melhor não correr o risco.

O cheirinho da torta saindo do forno é maravilhoso!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Pesto de salsão

Sim, sim...o pesto original é com manjericão.
Mas nada impede que a gente modifique e o faça com o que quiser. Já vi receitas de pesto de coentro, de folhas de rabanete e salsão.
Pois bem, o salsão é meu ingrediente do momento.

Esse molho é perfeito para ser servido com massas, com uma simples torradinha, com um peixe grelhado...enfim.


Para o pesto:
Folhas de um pé de salsão (somente as folhas, os galhos podem ser usados em saladas)
3 dentes de alho
1/2 xícaras de amêndoas
1/2 xícara de azeite de oliva, ou mais dependendo da quantidade de folhas

Acredite, somente as folhas de 1 pé de salsão rendem muito! As folhas são grandes e em grande quantidade.
Bater o alho com o azeite no liquidificador (ou melhor, no processador de alimentos função picar, moer) até virar uma pasta. Acrescentar as folhas de salsão e bater até os pedaços ficarem bem pequenos. Juntar as amêndoas e bater até virar uma pasta homogênea.
Para guardar, colocar na geladeira coberto com uma fina camada de azeite.

Se o molho for feito para ser servido imediatamente ou em no máximo 2 dias, pode-se juntar queijo parmesão ralado. No meu, como eu não quis colocar misturado, servi por cima de uma torradinha.

Bom apetite!

O salsão e a sopa de letrinhas

Por esses dias eu estava passeando pelo supermercado...sim, passeando.
Adoro chegar perto das coisas que eu não conheço e começar a admirar, a cheirar, a imaginar o que fazer com aquilo.
Por aqui pela França, eu vejo varias frutas e legumes que eu nunca vi em Recife. E não tenho a menor ideia do gosto que eles tem e do que fazer com eles.
Com alguns eu já me familiarizei. Como lichia, framboesa, amora, marmelo, mirtilos, figos, damascos, marrons, alho-poró, berinjela, rúcula, tomilho, cogumelo, espinafre, rabanete....muitos já fazem parte da minha alimentação quotidiana.
Mas alguns eu nunca tive coragem de comprar. Minha lista: Funcho, salsão, cerefólio, endívias, aspargos, tupinambo, chirivia, nabo, alcachofra, entre outros. Mas como eu sou uma pessoa curiosa e sei que o paladar muda com o tempo, então eu estou tentando me acostumar com alguns alimentos, e tentando descobrir o sabor de outros.

No meu passeio pelo supermercado, me aproximei de um grande salsão. Ele piscou pra mim e me convidou para eu me aproximar. Cheguei perto, toquei nas folhas, senti o cheiro dele...Sabe aquelas nuvens de historia em quadrinhos que aparecem para representar uma lembrança ou um pensamento? Pois eu entrei numa nuvem daquelas...

Eu era pequena e estávamos (eu, minha mãe, irmã, tias e avó) na casa da minha avó. Era carnaval, passamos o dia na rua - Olinda há 15 anos atrás, quem conhece sabe!!!! - e chegamos em casa para jantar. Jantar de carnaval é a coisa mais simples do mundo! Macarrão com salsicha, cachorro-quente, sopa de letrinhas (será que isso ainda existe????)...nada de gastronomia sofisticada. Nesse dia o jantar era sopa de letrinhas. Daquelas em pozinho, que a gente dissolve na água, e que tem massinhas em forma de letrinhas. Lembro que a sopa de letrinhas aparecia na nossa cozinha de vez em quando, muitas vezes a meu pedido. Eu adorava! Essa tal de sopa de letrinhas tinha um cheiro tão bom...não era cheiro de nada conhecido, como cenoura, batata ou pimentão. Era algo mágico, forte, marcante, mas esse cheiro não tinha sido, até então, repertoriado pela minha memória olfativa.

Até semana passada! Eu reconheci na hora o cheio da sopa de letrinhas quando eu me aproximei do salsão! Adivinha o resultado? Levei pra casa! E ele já virou sopa! Pena que eu não tenha macarrão em forma de letrinhas. Mas não tem problema, ele é gostoso e cheiroso assim mesmo.
Aproveitei e levei um bulbo de funcho que estava do lado, só para dizer que eu provei!

Olha a sopa aqui:


Para umas 5 porções:
3 batatas
1 bulbo de funcho (rico em fibras, vitaminas A, C, ácido fólico e potássio)
4 talos de salsão (rico em minerais e em fibras)
talos de 2 brócolis (um dos mais ricos em vitamina C) (as flores eu guardei para uma outra receita)
1 cebola cortada
2 dentes de alho
1 colher de sopa de azeite
2 cubos de caldo de galinha (sem gordura)
200g de queijo de cabra fresco (pode-se usar requeijão)
água, o quanto baste

Cortar todos os legumes em pedaços grandes. Começar refogando a cebola no azeite até dourar. Acrescentar os dois dentes de alho amassados e deixar dourar mais um pouco. Juntar os legumes, os dois cubos de caldo de galinha, cobrir com água fervente e deixar cozinhar uns 30 minutos até que os legumes fiquem bem macios. Juntar o queijo de cabra fresco e bater no liquidificador ou no mixer até ficar homogêneo.
Eu coloquei parmesão ralado por cima...mas, francamente, nem precisa!

O funcho tem um leve sabor de anis. Não sou muito fã, mas como estava misturado com outros ingredientes, ele ficou meio disfarçado. Não sei se comprarei de novo.
Mas o salsão... ai, o salsão! Ele não vai faltar mais nunca nas minhas sopas. E o melhor, ele também é delicioso em saladas! O talo dele é crocante, saboroso, não precisa colocar molho nem sal nem nada! Purinho ele é bom!
A sopa ficou deliciosa, vitaminada, nutritiva e perfumada!

Em breve, outras receitas com salsão! =)

Chá levanta defunto (gengibre, mel, limão)

Esses dias por aqui estava fazendo um sol lindo de verão. Eu adoro! Já que o verão foi meio mixuruca, esse solzinho atrasado faz um bem danado.
Quem não gosta é a minha garganta. Essa diferença de temperatura me mata! A cada vez que a temperatura endoida e muda, minha garganta sofre. Mas dessa vez eu tinha uma arma poderosa em casa mesmo. Confesso que fiquei impressionada com os resultados.
Eu passei o sábado e o domingo com a garganta doendo. Tomei esse chá 2 vezes no domingo. Segunda de manha a dor de garganta tinha desaparecido!
Eu sabia que o gengibre era potente, mas não sabia que a esse ponto! Pois bem, compartilho minha descoberta com vocês, espero que aproveitem.


Chá levanta defunto - quantidade para duas xícaras:
1 limão cortado em 16 pedacinhos
1 colher de chá generosa de gengibre ralado (comprei um pedaço grande, descasquei, ralei e congelei)
2 xícaras de água
2 colheres de chá de mel

Levar ao fogo o limão cortadinho, a água e o gengibre. Quando ferver, desligar o fogo e esperar esfriar um pouquinho. Colocar numa xícara, junto com 1 colher de mel. Tomar quente.

Além de gostoso, é poderoso! Gengibre: uma arma para se ter em casa!
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