segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Mudança da cor da BC do arco-íris

Gente, descobri que rosa já foi! Desculpem, eu não sabia...

Então escolho cor de vinho.


Já podem começar a pensar na receita para fazer para o dia 21/11!

BC do Arco-Íris

Gente, estou aqui de férias, curtindo praia, sombra e água fresca, mas venho aqui para anunciar a cor da próxima BC do Arco-Íris. A Sheila, do blog Cozinha de Mulher me passou a bola e eu toco pra frente.

A cor escolhida é: rosa!

Já podem começar a pensar na receita para fazer para o dia 21/11!


Beijos e até breve!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Coxinha de galinha

A Léia, que é craque em fazer bolos, doces e salgados para festas, publicou uma receita de coxinha de galinha que eu fiquei babando. Já faz tempo que eu estou com vontade de fazer coxinha em casa, e ainda não tinha feito por falta de tempo. Sim, porque fazer coxinha demora bastante, apesar de render muito e de podermos congelar uma boa parte para comer depois.


Então, aproveitei um fim de semana, comprei tudo o que precisava e mãos à obra.

Para o caldo de frango:
4 filés de peitos de frango
1 cebola
2 cravos
1 folha de louro
1L de água
1 cubo de caldo de frango
100g de requeijão (queijo catupiry de preferência, eu usei 6 triângulos de queijo cremoso)
sal e pimenta do reino

Fiz o caldo de frango colocando todos os ingredientes na panela e deixando em fogo baixo até o frango ficasse macio. Reservei o frango e a cebola. Na mesma panela, ainda com o caldo, cozinhei 4 batatas médias com casca, cortadas ao meio, até que elas ficassem macias.
O frango foi desfiado, a cebola amassada e misturada ao frango. Misturei o queijo cremoso (requeijão, catupiry), temperei com sal e pimenta do reino.

Para a massa:
4 batatas médias
700mL de caldo de frango (caldo no qual o frango foi cozido)
100g de manteiga
600g de farinha de trigo

Depois, retirei as batatas. Coei o caldo, retirando a folha de louro e os cravos. As batatas foram descascadas, amassadas e voltaram ao caldo (medir 700mL de caldo e guardar o restante) junto com a manteiga. Quando ferveu, juntei a farinha de trigo de uma só vez, baixei o fogo e deixei cozinhar mexendo bem (é bem difícil de mexer nesta hora) até incorporar a farinha. Quando criar uma casquinha no fundo da panela, é hora de desligar o fogo. Reservar num recipiente e cobrir com um pano até esfriar.
Quando esfriar, sovar a massa (eu separei a massa em várias partes e sovei cada uma separadamente). A massa ficou ótima para trabalhar, bem macia.

Com um pouco da massa, abri um disco, recheei com o frango desfiado, fechei moldando a coxinha. Passei no leite, depois na farinha de rosca e arrumei em uma assadeira coberta com papel manteiga.

Separei as coxinhas que eu queria fritar na hora, e coloquei o resto para congelar. Quando estavam congeladas, retirei da assadeira e coloquei em um saco plástico de congelação. Na hora de fritar, retirar direto do congelador para o óleo quente.

Quem quiser ver as fotos  do passo a passo para modelar as coxinhas, vai lá no site da Léia, aproveita que tem um monte de receitas deliciosas, além do carinho que ela tem em responder todos os comentários. Uma fofa!

Gente, com esta postagem eu deixo as terras francesas e vou para as terras brasileiras passar férias. Voltarei cheia de novidades! Até mais.

domingo, 21 de outubro de 2012

Sopa de abóbora, cenoura e gengibre

Esta sopa nasceu de uma vontade de tomar uma sopa que aquecesse e que eu mesmo tempo acalmasse meu estômago. Andei com umas dores chatas no estômago, me lembrando uma gastrite que tive há alguns anos. Melhor cuidar antes que me ataque de vez.

Para isso uma sopa com legumes cozidos, sem um pingo de gordura e com caldo de frango caseiro (feito aqui). E para completar, um toque de gengibre que vai ao mesmo tempo aquecer e deixar um ardidinho bem suave. Os legumes eram bem laranjas, para homenagear a nossa BC de hoje, da minha querida Margarida do Tachos vs Panelas.



Usei:
400g de abóbora em cubos
400g de cenoura em cubos
1 cebola picada
1L de caldo de frango caseiro (ver receita aqui) ou um cubo dissolvido em água quente

gengibre ralado (usar o quanto quiser, mas não deixe de usar)

Cozinhar os legumes com o gengibre no caldo de frango até ficarem macios. Bater tudo no liquidificador. Acertar o sal, pimenta do reino.


Nada como uma boa sopa para aquecer as noites mais frias e acalmar o estômago.



Esta é a minha participação na blogagem coletiva da Margarida, do Tachos vs Panelas, com a cor laranja.

Blogagem coletiva

sábado, 20 de outubro de 2012

Gelo de hortelã

Não sei vocês, mas lá em casa, quando eu compro hortelã fresca, a quantidade é tanta que eu não sei o que fazer com ela. Já tentei congelar a hortelã picada, como eu faço com coentro, mas não fica boa. Ela oxida, fica preta e com gosto desagradável. Mas eu vi esta dica neste site e resolvi testar.

Desta vez tentei congelar a hortelã batida no liquidificador com água, como um suco. Coloquei em forminhas de gelo, quando endureceu, o gelo de hortelã foi passado para um saco de congelação. Assim ele se conserva melhor, por bastante tempo e com um sabor como se estivesse fresca.


Ele pode ser usada em sucos, em molhos, sempre bem saborosa. Uma boa forma de conservar e de congelar hortelã.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Canelone de frango, ricota e espinafre

Eu tinha massa de lasanha sobrando em casa desde que eu fiz esta lasanha com vegetais. Quando eu vi no blog da Mony os canelones com presunto e queijo, imaginei que eu iria fazer a mesma coisa!

Usei a ideia, mas mudei o recheio. Tinha um pouco de frango, de espinafre, então comprei um pacote de ricota e fui para a cozinha. Este prato fiz para receber umas amigas em casa, e elas adoraram!

Mas quem não adoraria? Um recheio bem suculento e leve ao mesmo tempo? Completei com molho branco (bechamel) e gratinei com um punhado de queijo emmental ralado por cima.



300g de lasanha em folhas largas
300g de frango cozido desfiado
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
100g de espinafre (usei congelado, eu só tinha 100g, mas pode ser mais)
250g de ricota

Refogar a cebola e o alho em um fio de azeite. Juntar o frango cozido desfiado e deixar dourar um pouco. Juntar o espinafre e mexer bem. Desligar o fogo. Juntar a ricota e misturar bem até formar uma pasta.


Cozinhar as folhas de lasanha em água com sal até que elas amoleçam e possam ser dobradas (enroladas) sem se quebrar. Recheá-las com a pasta de ricota, frango e espinafre e enrolar, formando os canelones.


Para o molho bechamel
500mL de leite
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa cheia de farinha de trigo
sal, pimenta do reino, noz-moscada

Levar ao fogo a manteiga numa panela. Quando derreter, juntar a farinha de trigo e mexer bem até que forme uma mistura dourada. Juntar o leite de uma só vez, mexendo sempre com um fouet (batedor de arames) para dissolver os grumos. Deixar ferver e baixar o fogo, mexendo sempre, até engrossar. Temperar com sal, pimenta do reino e noz-moscada. Este molho não deve ficar muito grosso. Dispor os canelones num refratário com um pouco de molho branco. Jogar o molho bechamel, colocar queijo por cima e levar ao forno para gratinar.


Minhas considerações: gostei muito do recheio, que ficou bem caprichado e "substancioso". O espinafre dá um toque verde, mas aposto que até quem não gosta de espinafre come e acha bom.
O prato rendeu muito, serviu bem 6 pessoas, com uns 300g de massa de lasanha crua.


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Pudim de leite condensado com banana

A receita de hoje para a nossa blogagem coletiva Comer Bem Para Viver Melhor com BANANA é mais uma dica do que uma receita.

Queria ter feito uma torta de banana, com direito a coisas mais incrementadas, mas não tive tempo. Fica pra próxima. Hoje eu queria mostrar este pudim de leite condensado com banana, coisa simples, que todo mundo conhece. Não sei se já testaram com banana, mas o sabor fica muito bom. Além de ser uma sobremesa muito prática e com poucos ingredientes. Eu me inspirei neste pudim aqui.



Não é bem light, mas pode perfeitamente ser adaptada usando um leite condensado light.

Então, aqui vai. Usei:
1 lata de leite condensado
1 medida da lata de leite
suco de 3 laranjas
4 ovos pequenos
2 bananas maduras
1 pitada de canela

Bater tudo no liquidificador (ou com o mixer) e despejar numa assadeira (fiz em potinhos individuais) com a calda.

Eu fiz a calda com:
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de água
1 pau de canela

Coloquei no fogo e deixei ficar uma calda espessa, depois coloquei duas colheres em cada potinho. Depois de colocar a massa do pudim, levei ao forno até assar, não lembro quanto tempo ficou.


O interessante foi que a banana deixou o pudim bem encorpado, e ele cresceu bastante no forno, como um bolo. Sendo que murchou depois que eu desliguei.


Se não for servir para crianças, pode colocar uma gotinha de rum envelhecido (ou cachaça envelhecida ou outro álcool) por cima do pudim frio, na hora de servir.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Risoto de beterraba com queijo feta

Eu gosto de arroz, e costumo consumir bastante. Seja em forma de risoto, de arroz branco, ou misturado com legumes, com carne, arroz cremoso, seja como for, todos os tipos são apreciados por aqui (menos arroz doce).
E na minha lista de risotos para fazer, estava este de beterraba com queijo feta. O queijo feta provou que era capaz de casar com a beterraba e serem felizes para sempre, seja em salada, seja em torta salgada (quiche). Agora chegou a vez de fazer um prato que é tão bonito quanto gostoso.

A cor da beterraba é perfeita para enfeitar qualquer prato. Neste risoto, usei-a de 2 formas, em cubos e passada no liquidificador, ou seja, em creme. O primeiro serve para dar mais emoção ao prato (ao morder um cubo de beterraba), o segundo serve para dar cor. E como a beterraba e a hortelã também se entendem bem, usei algumas folhinhas para aromatizar o prato.



Usei:
150g de arroz arbóreo
500g de beterraba cozida
200g de queijo feta
10 folhas de hortelã
250g de presunto em cubos (opcional)
450mL de caldo de carne (pode ser de frango, caseiro - eu usei 1/2 cubo dissolvido em água quente)
1 cebola picada
2 dentes de alho picados

Picar metade das beterrabas em cubos. Passar o resto no liquidificador com as folhas de hortelã e 150mL de caldo de carne.
Refogar a cebola e o alho picados num fio de azeite. Quando estiverem transparentes, juntar o arroz. Acrescentar o caldo de carne aos poucos, à medida que o arroz for absorvendo o líquido. Quando acabar o caldo, juntar ao arroz a mistura de caldo com beterraba e hortelã. Juntar a beterraba e o presunto em cubos e deixar cozinhar, mexendo sempre, até que o arroz absorva todo o caldo. Juntar o resto do queijo feta esfarelado e servir imediatamente.


Este prato foi uma surpresa para mim. Eu esperava que fosse bom, mas não achava que fosse gostar tanto. A cor do prato é fantástica, um rosa escuro e brilhante. O prato é leve, rico em vitaminas e ferro. O presunto é opcional, mas dá um pouco mais a sensação de "mastigar" algo, pois o arroz e a beterraba ficam bem macios.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Yakissoba de camarão com abacaxi

Gente, as receitas com abobrinha acabaram, mas quem quiser ver mais, é só dar uma olhada aqui.

Ainda dá tempo de mandar as receitas de vocês, seja antiga ou recente, até o dia 17 de meia noite. E eu queria agradecer a todas vocês que participaram e ajudaram e fazer esta lista tão linda e saudável. Fiquei muito feliz com todas as participações. De verdade. Ando correndo tanto que nem tive tempo de agradecer a todas vocês individualmente, mas assim que puder, vou fazê-lo.

Lembrem que dia 18/10 tem blogagem coletiva com BANANA! E ai, já pensaram na receita?

Agora, que acabou a abobrinha, a banana ainda pode esperar uns dias... vou cozinhar outra coisa. Lembro que uma vez comprei um pacote de macarrão japonês e no verso tinha uma receita de macarrão com camarão e abacaxi. Na época, eu fiquei curiosa, provei e adorei. Fiz várias vezes em casa e dei a receita para uma prima que ficou louca pelo prato. Mas de lá pra cá, com tanta coisa gostosa que eu queria fazer, esta receita acabou esquecida num canto qualquer.

Até que um dia eu fiquei com vontade de fazer. E anotei na minha lista de receitas para fazer em breve. Fiz um yakissoba de frutos do mar uma vez, e sobrou macarrão. O pobre macarrão ficou por aqui alguns meses rolando no meu armário sem que eu arrumasse um destino digno para ele. E então eu comprei abacaxi, camarão e resolvi fazer este prato que tanto me agradou desde a primeira vez.



Usei (serve 3 porções):
150g de macarrão japonês
200g de camarão limpo
2 colheres de sopa de óleo
1 colher de sopa de óleo de gergelim
1 cebola cortada em pétalas
1 colher de sopa de pasta de alho e gengibre
ou 2 dentes de alho picados e um pouco de gengibre fresco (se não tiver, use em pó, mas não deixe de usar)
1/2 pimentão vermelho picado
6 rodelas de abacaxi picadas (usei abacaxi em calda)
1/2 xícara  da calda do abacaxi
1 colher de sopa rasa de maisena
molho de soja
coentro picado
purê de pimenta (opcional)

Numa panela tipo wok, aquecer o óleo junto com o óleo de gergelim. Juntar a pasta de alho e gengibre e a cebola e deixar dourar. Acrescentar os camarões limpos, mexendo de vez em quando até que fiquem rosados. Juntar o pimentão, o abacaxi e o molho de soja. Juntar uma colher rasa de maisena bem dissolvida na calda do abacaxi e misturar bem. Deixar engrossar e juntar o coentro e o purê de pimenta. Enquanto isso, cozinhar o macarrão durante o tempo indicado na embalagem. Juntar o macarrão escorrido no wok e misturar tudo na panela.


Servir bem quente.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Crumble de abobrinha

Mais uma receita boa para fazer com abobrinha, que faz bonito em qualquer refeição e é super rápido e gostoso. E sendo com abobrinha, é leve. Um pouco menos por conta da manteiga que leva, mas quem quiser pode usar margarina light. Ainda usei aveia, que traz fibras e nutrientes importantes para a saúde, além de deixar um sabor delicioso.

Crumble é uma farofa crocante que usamos sobre os pratos para escondê-los e surpreender quem come. Ele pode ser doce, muito usado sobre frutas cozidas ou assadas, ou salgado, sobre legumes refogados. Ele surgiu na época da guerra (ver Wikipédia), quando os ingredientes eram escassos e não dava para fabricar uma torta. O clássico começou com a farofa em cima das frutas, mas logo surgiu a variante salgada.

Em ambos os casos, a base da farofa é manteiga e farinha (de trigo, mas pode-se acrescentar aveia, gérmen de trigo, farelo de quinoa, o que quiser!). No caso doce, usa-se um pouco de açúcar na farofa, e no caso salgado, usa-se queijo parmesão e/ou ervas secas.

Este crumble de abobrinha eu comi na casa de um amigo. A receita simples e deliciosa me conquistou. Na verdade, não precisa de muita coisa para me conquistar quando o prato tem abobrinha. Metade da satisfação já está garantida.


Comecei refogando uma porção generosa de cebola picada e alho laminado num fio de azeite. Quando a cebola estava dourada, juntei as abobrinhas sem casca cortadas em cubos. Juntei uma pitada de uma mistura de especiarias (cominho, páprica, cúrcuma, entre outros - fique à vontade para usar curry, açafrão, ervas, ou temperos prontos), sal e pimenta do reino. Baixei o fogo, tampei a panela. A abobrinha vai cozinha na sua própria água. Não precisa juntar mais nada. Deixar cozinhar alguns minutos, retirei do fogo.


Enquanto a abobrinha cozinha, fazer a farofa do crumble misturando manteiga, farinha de trigo, aveia e queijo parmesão ralado. As proporções são no olho mesmo. Começar com uma colher de sopa de manteiga, uma de queijo ralado e ir juntando metade de farinha de trigo e metade de aveia até dar o ponto de farofa, soltando dos dedos. A massa pode virar uma bola se você começar a amassar e juntar com as mãos, mas não é esse o objetivo. O objetivo é misturar tudo e esfarelar com as pontas dos dedos. Leva mais farinha/aveia do que para uma massa de torta.

 

Forrei o fundo de uma forma (grande ou algumas individuais) com a abobrinha refogada. Não precisa untar, nem nada. Espalhei a farofa por cima, sempre esfarelando com as mãos. Levei ao forno até dourar a crosta. Eu aproveitei e joguei umas lascas de queijo e uma pitada de alecrim seco por cima. Mas isso é opcional.



Eu servi com um peixe grelhado, usando a fórmula, carne simples + acompanhamento requintado, ou vice-versa.

Comprei na peixaria duas douradas inteiras, frescas, e pedi para retirar o filé. Levei para casa as cabeças e o corpo (ainda com bastante carne), que eu usei para fazer um caldo de peixe. Este caldo depois pode virar pirão, sopa, risoto, etc. A receita está aqui.

Como o sabor deste peixe (dourada) é bem pronunciado e delicioso, basta que ele seja grelhado, com sal, pimenta do reino e umas gotinhas de limão para finalizar. Nada mais. Sabor de peixe de praia.

Para isso, temperei o peixe somente com sal e pimenta do reino, salpiquei farinha de trigo na parte da carne (o outro lado era a pele do peixe). Grelhei primeiro do lado da pele até que o peixe estivesse quase cozido (a carne quase toda branca), sem virar, sem tocar, sem mexer, senão ele quebra. Depois, virei e deixei dourar o lado da carne. Quando estava pronto, joguei umas gotinhas de limão por cima. Simples assim. Desta forma, a gente realça o sabor do peixe fresco.

 

Quem ainda acha que um jantar ou almoço leve não é saboroso?
E quem disse que os pratos refinados são obrigatoriamente complicados? Este crumble de abobrinha é a prova! E este peixe fresco, que pode parecer banal para alguns, é um verdadeiro luxo para outros.
E os dois juntos, um presente gostoso, leve e saudável para o corpo.

Este post participa da blogagem coletiva Comer bem para viver melhor. Legume da semana: Abobrinha.


Organização da BC  Comer bem para viver melhor: eu mesma Kati, , a Josy, a Ana Cláudia e a Margarida, em campanha para uma alimentação mais saudável.




domingo, 14 de outubro de 2012

Suflê de abobrinha e de azeitonas pretas

Chegou a minha hora de me aventurar nos suflês. Depois de ver algumas dicas na net, consegui fazer o meu logo na primeira tentativa! Foi bem fácil e o resultado ficou perfeito!

O suflê vem do francês soufflé, que significa soprado, no sentido de aerado, e é bem isso que fazemos, incorporamos ar na massa. A receita de base veio daqui, mas cada um tem o seu jeitinho de fazer.

A ideia do suflê é começar com um molho bechamel (manteiga, farinha de trigo e leite). Fora do fogo, juntar gemas de ovos (o que ganha o nome de molho Mornay) que vão dar a estrutura do creme, e depois juntar as claras que restaram batidas em neve, o que vai dar a textura aerada. Misturar tudo delicadamente e levar ao forno já bem quente.

O sabor do suflê entra na história dentro do molho bechamel, antes de incorporar as gemas. Pode ser queijo parmesão ralado, ou qualquer outro queijo, presunto, frango, legumes, azeitonas, camarão... realmente qualquer coisa. Além disso, o molho branco pode começar levando cebola, alho, ervas e especiarias, que vão contribuir para o seu sabor. E para realçar a cor, podemos usar cúrcuma, páprica, curry ou molho de tomate concentrado.


Ele também pode ser doce, com raspas de laranja ou limão, chocolate (versão na qual acrescentamos açúcar). A versão doce eu ainda não fiz.


Suflê de azeitonas e queijo


Suflê de abobrinha e queijo

Começamos com uma base:

1 colher de sopa de manteiga
1 cebola picada
1 colher de sopa de farinha de trigo
1 xícara de leite
noz-moscada e sal
(até aqui é para o molho bechamel clássico)
2 ovos


Começar com o molho bechamel. Numa panela, derreter a manteiga e dourar a cebola picada. Juntar a farinha de trigo e mexer bem até ficar uma pasta. Juntar o leite de uma só vez e mexer bem com um fouet, ou batedor de arame, até dissolver os grumos, em fogo baixo. Mexer sempre, até ficar um creme espesso.

Para o suflê de abobrinha e queijo parmesão, eu usei:

1 abobrinha descascada e cortada em cubos (ligeiramente cozida no vapor ou na água com sal)

2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado

Juntar os cubos de abobrinha e o queijo parmesão ralado ao creme, desligar o fogo e reservar.


Para o suflê de azeitonas, usei:
no lugar da manteiga, usei manteiga de ervas feita com salsa, que eu mostrei aqui

50g de azeitonas pretas cortadas
lascas de queijo curado (usei queijo cantal)

2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
tomilho desidratado

Preparar o molho bechamel com a manteiga de ervas  e a cebola picada. Proceder da mesma forma para a base do suflê. Quando ficar um creme espesso, juntar as azeitonas, o queijo parmesão e o queijo curado e o tomilho. Misturar bem, desligar o fogo e reservar.

Depois de acrescentado o sabor do suflê, preaquecer o forno à 200°C. Untar e enfarinhar a forma (ou as formas individuais). Usar de preferência recipientes altos, para que o suflê possa crescer bem. Quando o creme esfriar um pouco, juntar as gemas e e misturar bem.


Bater as claras em neve e incorporar ao creme, delicadamente.


Deitar na forma e levar ao forno, baixando a temperatura para 180°. Não abrir o forno enquanto o suflê estiver crescendo. Quando ele estiver bem dourado, retirar do forno e servir imediatamente.

O suflê cresce enquanto está no forno, mas baixa alguns minutos em temperatura ambiente. Por isso é necessário incorporar as claras imediatamente antes de levar ao forno e de servir logo que for assado, enquanto estiver crescido. E é normal que o suflê murche depois de assado, mas ele não perde em nada o seu sabor, e passa a ser chamado de mousseline.



Sabendo fazer a base, podemos brincar à vontade com os ingredientes para dar sabor ao suflê. O ideal é usar ingredientes secos (como refogados sem molho), ou desfiados, que não acrescentem água na base, senão a textura vai mudar e pode desandar.

O suflê cresce bastante no forno, ficou bem aerado, parecendo uma nuvem. Gostei muito! Vou repetir por aqui em breve.

Suflê de abobrinha e queijo

Suflê de azeitonas e queijo

Este post participa da blogagem coletiva Comer bem para viver melhor. Legume da semana: Abobrinha.


Organização da BC  Comer bem para viver melhor: eu mesma Kati, , a Josy, a Ana Cláudia e a Margarida, em campanha para uma alimentação mais saudável.




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